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segunda-feira, 28 de maio de 2018

33 Razões porque batizamos em Nome de Jesus





1ª) Porque o primeiro Batismo da história da Igreja foi realizado em Nome de Jesus Cristo (Atos 2:38), e este é o modelo original de Batismo da Igreja Cristã.
2ª) Porque toda propriedade deve ser registrada em nome do seu dono. Jesus Cristo é o dono da Igreja, pois Ele a comprou com Seu sangue (Apocalipse 5:9), portanto ela (a Igreja) deve ser batizada (registrada) em seu Nome.
3ª) Porque a Igreja é a noiva ou esposa de Jesus (Apocalipse 21:9), e nós sabemos que a noiva ou esposa recebe o Nome do seu noivo ou esposo (Apocalipse 22:4; Tiago 2:7; Atos 15:17).
4ª) Porque a Igreja foi desposada com um só esposo, que é Cristo (2Coríntios 11:2). Aliás, a Igreja foi desposada com um só esposo, e não com dois ou três (1Coríntios 2:2).
5ª) Porque o Apóstolo Paulo rebatizou os discípulos de João Batista (Atos 19:1-5); isto porque os mesmos não eram batizados em Nome do Senhor Jesus Cristo.
6ª) Porque o Apóstolo Paulo disse que há um só Batismo (Efésios 4.5) e ele o realizava em Nome do Senhor Jesus Cristo (Atos 19:5).
7ª) Porque o Evangelho que Paulo pregava continha o Batismo em Nome de Jesus Cristo (Atos 19:5), e ele disse que não recebera esse evangelho de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo (Gálatas 3:27; 1Timóteo 2:5).
8ª) Porque assim como os Israelitas foram batizados em Moisés (o mediador deles), nós, os Cristãos, devemos ser batizados em Nome de Jesus Cristo, o nosso Mediador (Gálatas 3:27; 1Timóteo 2:5).
9ª) Porque sabemos, como sabiam os Apóstolos, que repetir uma ordem não é o mesmo que obedecê-la. Quando um ministro batiza alguém dizendo: “Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, ele (o ministro) repetiu a ordem, mas não a obedeceu, e por que não obedeceu? Porque o nome próprio do Pai, do Filho e do Espírito Santo, que é Jesus Cristo, não foi invocado sobre o batizando.
10ª) Porque Jesus e os seus apóstolos incluíram o batismo bíblico no plano de salvação (Marcos 16:16; Atos 2:38, 8:36-38, 16:29-33, 22:16 e 1Pedro 3.21).

domingo, 27 de maio de 2018

"O que diz a Bíblia a respeito do divórcio e segundo casamento?"

"O que diz a Bíblia a respeito do divórcio e segundo casamento?" 
Resultado de imagem para divorcio Resposta:
Em primeiro lugar, independentemente do ponto de vista que se tem a respeito do divórcio, é importante lembrar as palavras da Bíblia em Malaquias 2:16a: “Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel.” De acordo com a Bíblia, o plano de Deus é que o casamento seja um compromisso para toda a vida. “Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:6).

Entretanto, Deus bem sabe que o casamento envolve dois seres humanos pecadores, e por isto o divórcio vai ocorrer. No Antigo Testamento, Ele estabeleceu algumas leis com o objetivo de proteger os direitos dos divorciados, em particular das mulheres (Deuteronômio 24:1-4). Jesus mostrou que estas leis foram dadas por causa da dureza do coração das pessoas, não por desejo de Deus (Mateus 19:8). 

Imagem relacionada A polêmica a respeito do divórcio e do segundo casamento, se são ou não permitidos de acordo com a Bíblia, gira basicamente em torno das palavras de Jesus em Mateus 5:32 e 19:9. A frase “a não ser por causa de infidelidade” é a única coisa nas Escrituras que possivelmente dá a permissão de Deus para o divórcio e segundo casamento. Muitos intérpretes compreendem esta “cláusula de exceção” como se referindo à “infidelidade matrimonial” durante o período de “compromisso pré-nupcial”. Segundo o costume judeu, um homem e uma mulher eram considerados casados mesmo durante o período em que estavam ainda “prometidos” um ao outro. A imoralidade durante este período em que estavam “prometidos” seria a única razão válida para um divórcio.

 Entretanto, a palavra grega traduzida “infidelidade conjugal” é uma palavra que pode significar qualquer forma de imoralidade sexual. Pode significar fornicação, prostituição, adultério, etc. Jesus está possivelmente dizendo que o divórcio é permitido se é cometida imoralidade sexual. As relações sexuais são uma parte muito importante do laço matrimonial: “e serão dois uma só carne” (Gênesis 2:24; Mateus 19:5; Efésios 5:31). Por este motivo, uma quebra neste laço por relações sexuais fora do casamento pode ser razão para que seja permitido o divórcio. Se assim for, Jesus também tem em mente o segundo casamento nesta passagem. A expressão “e casar com outra” (Mateus 19:9) indica que o divórcio e o segundo casamento são permitidos se ocorrer a cláusula de exceção, qualquer que seja sua interpretação. É importante notar que somente a parte inocente tem a permissão de se casar uma segunda vez. Apesar disto não estar claramente colocado no texto, a permissão para o segundo casamento após um divórcio é demonstração da misericórdia de Deus para com aquele que sofreu com o pecado do outro, não para com aquele que cometeu a imoralidade sexual. Pode haver casos onde a “parte culpada” tem a permissão de se casar mais uma vez, mas tal conceito não é ensinado neste texto. 

 Alguns compreendem I Coríntios 7:15 como uma outra “exceção”, permitindo o segundo casamento se um cônjuge não crente se divorciar do crente. Entretanto, o contexto não menciona o segundo casamento, mas apenas diz que um crente não está amarrado a um casamento se um cônjuge não crente quiser partir. Outros afirmam que o abuso matrimonial e infantil são razões válidas para o divórcio, mesmo que não estejam listadas como tal na Bíblia. Mesmo sendo este o caso, não é sábio fazer suposições com a Palavra de Deus. Às vezes, perdido no meio deste debate a respeito da cláusula de exceção, está o fato de que qualquer que seja o significado da “infidelidade conjugal” , esta é uma permissão para o divórcio, não um requisito para ele. Mesmo quando se comete adultério, um casal pode, através da graça de Deus, aprender a perdoar e começar a reconstruir o casamento. Deus nos perdoou de tão mais. Certamente podemos seguir Seu exemplo e perdoar até mesmo o pecado do adultério (Efésios 4:32). Entretanto, em muitos casos, o cônjuge não se arrepende e nem se corrige, e continua na imoralidade sexual. É aí que Mateus 19:9 pode possivelmente ser aplicado. Muitos também se apressam a fazer um segundo casamento depois de um divórcio, quando Deus pode estar querendo que continuem solteiros. Deus às vezes chama alguém para ser solteiro a fim de que sua atenção não seja dividida (I Coríntios 7:32-35). O segundo casamento após um divórcio pode ser uma opção em alguns casos, mas não significa que seja a única opção.

 Causa perturbação que o índice de divórcio entre os que se declaram cristãos seja quase tão alto quanto no mundo não crente. A Bíblia deixa muitíssimo claro que Deus odeia o divórcio (Malaquias 2:16) e que a reconciliação e perdão deveriam ser atributos presentes na vida de um crente (Lucas 11:4; Efésios 4:32). Entretanto, Deus reconhece que divórcios poderão ocorrer, mesmo entre Seus filhos. Um crente divorciado e/ou que tenha se casado novamente não deve se sentir menos amado por Deus, mesmo que seu divórcio e/ou segundo casamento não esteja sob a possível cláusula de exceção de Mateus 19:9. Freqüentemente Deus usa até a desobediência pecaminosa dos cristãos para executar um bem maior.

sábado, 26 de maio de 2018

O batismo deve ser feito em nome de quem?

O batismo deve ser feito em nome de quem?

Jesus mandou batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mateus 28:19). Batizar só em nome de Jesus também é aceitável, porque Jesus é o Filho e é um com o Pai e o Espírito Santo. Os discípulos batizavam em nome de Jesus para se distinguirem dos judeus, que não reconheciam Jesus, só Deus Pai.

O que significa “em nome de”?

Fazer algo em nome de Jesus é fazer com a autoridade de Jesus. Jesus deu aos discípulos sua autoridade para batizar outros discípulos. Quando um crente batiza outro, age como representante de Jesus. Essa pessoa não está dizendo que é Jesus; ele age com a autoridade que só Jesus pode lhe dar. É um pouco como um advogado que representa seu cliente ou um embaixador que representa seu presidente (2 Coríntios 5:20).
Batizar em nome de Jesus é igual a batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Jesus é o Filho e sua autoridade é a autoridade de Deus (João 10:30). O Pai, o Filho e o Espírito Santo agem sempre em união porque são uma só pessoa: Deus. Batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo é reconhecer que Jesus é Deus. Batizar só em nome de Jesus também é reconhecer que Jesus é Deus.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

O estilo de vida de um Discípulo

O estilo de vida de um Discípulo

                          João 20.1-10
-IntroduçãoCada pessoa tem seu estilo de vida e muitos seguem a moda de pessoas famosas ou tendências do momento. Mas tudo isso passa. Jesus veio ao mundo e deixou sua marca na vida das pessoas que mudaram completamente seu jeito de viver. Até hoje milhares de vidas são transformadas pelo poder do evangelho de Cristo (Romanos 1.16,17).
No trecho de João 20.1-10 encontramos algumas informações importantes:
Palavra-chave: outro discípulo (v.2, 3 4 e 8).
Verbo principal: ver (v.1, 5, 6 e 8).
Personagens: Maria Madalena, Pedro, João (outro discípulo) e Jesus.
Sem dúvida alguma os discípulos eram pessoas comuns, mas com a diferença de ter conhecido a Jesus. O texto bíblico de João 20 e 21 nos traz várias lições sobre o estilo de vida de um discípulo, mostrando o que os marcou após a ressurreição de Jesus mudando suas vidas definitivamente.
Num tempo em que as redes sociais buscam seguidores que são influenciados o tempo todo, precisamos aprender a viver um estilo de vida diferenciado seguindo o exemplo de Jesus.

Qual é o seu estilo de vida?

Vamos refletir sobre algumas características de um verdadeiro discípulo de Jesus:
1- Seguir Jesusv.1-3
Neste texto apresenta-se uma corrida dos discípulos em busca de Jesus, que havia morrido. Eles foram ao sepulcro. Primeiro chegou Maria Madalena, que logo voltou para contar aos demais discípulos. No mesmo instante Pedro e João correram para lá. João chegou primeiro e parou na porta do sepulcro. Pedro passou na frente e entrou para ver o túmulo vazio.
Este texto nos revela três tipos de discípulos:
Maria Madalena: aqueles que vêm Deus agir, mas não entendem (v.1);
Pedro: aqueles que correm demais e não conseguem perceber (v.3 e 6);
João: aqueles que buscam entendimento e creem no poder de Deus (v.8).
Quem você tem seguido?
Discípulo significa seguidor. Jesus está à sua frente? Ou você está tentando tomar a frente de Jesus (v.4). Muitas vezes perdemos o rumo e precisamos retornar seguindo os passos do mestre (I João 2.6). Deixe o Mestre marcar sua vida e transformar seu estilo de viver completamente para ser um verdadeiro discípulo de Jesus.
Seja um Discípulo: seguidor de Jesus!

domingo, 6 de maio de 2018

Trump é criticado por dizer que “a fé é mais poderosa que o governo”

Donald Trump

Vice-presidente afirma que oração é um hábito na Casa Branca


Depois que o presidente Donald Trump comemorou o Dia Nacional de Oração na Casa Branca nesta quinta-feira (3), ele assinou uma ordem executiva, criando uma “inciativa de fé”, que seria um programa federal visando estimular as atividades de grupos religiosos.
Em seu discurso no evento, Trump fez várias declarações, mas a frase “A fé é mais poderosa que o governo e nada é mais poderoso que Deus” não caiu bem para seus opositores. Para alguns políticos, a frase seria uma admissão de que o governo do republicano é “fraco”.
Ao mesmo tempo, parte da mídia americana alega que o presidente está violando a separação entre Igreja e Estado. Curiosamente, os mesmos meios de comunicação no passado elogiavam Barack Obama toda fez que ele pedia mais “tolerância” para com os muçulmanos e destinou milhões de dólares para programas “humanitários” em países do Oriente Médio, sem que houvesse qualquer fiscalização de como esses fundos eram utilizados.
A ordem executiva de Trump dá força para “aqueles que trabalham na promoção de programas comunitários, oferecendo soluções mais efetivas para a pobreza e cobrindo quaisquer falhas do poder executivo em garantir a proteção à liberdade religiosa”.

Oração é comum na Casa Branca,  Em entrevista à rede CBN, o vice-presidente Mike Pence explicou que a ideia é garantir que o governo federal seja “parceiro” de grupos religiosos em vários programas.

Ao ser criticado por estar beneficiando apenas cristãos, Pence disse que a iniciativa não é restrita a uma única confissão, mas que é natural que beneficie a religião majoritária dos americanos.
Ao falar sobre as acusações de hipocrisia, por Trump celebrar o Dia Nacional de Oração enquanto é acusado de comportamento sexual indevido, em relacionamentos com atrizes pornô, Pence diz que as pessoas não conhecem todos os fatos.
“As orações ocorrem regularmente na Casa Branca. Essa é uma das coisas mais significativas para mim, sejam reuniões públicas ou não, já perdi a conta do número de vezes que o presidente me cutucou, ou cutucou outro membro do gabinete e disse: ‘Vamos começar este encontro com oração’”, revela.
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/trump-a-fe-e-mais-poderosa-que-o-governo/